Against the Wind
Bob Seger
"...
Wish I didn't know now what I didn't know then
Against the wind
We were runnin' against the wind
We were young and strong, we were runnin'
Against the wind
The years rolled slowly past
And I found myself alone
Surrounded by strangers I thought were my friends
I found myself further and further from my home
And I guess I lost my way
There were oh so many roads
I was living to run and running to live
Never worryied about paying or even how much I owed
Moving eight miles a minute for months at a time
Breaking all of the rules that would bend
I began to find myself searching
Searching for shelter again and again "
sábado, janeiro 16
terça-feira, dezembro 15
The Road Not Taken
Two roads diverged in a yellow wood,
And sorry I could not travel both
And be one traveler, long I stood
And looked down one as far as I could
To where it bent in the undergrowth;
Then took the other, as just as fair
And having perhaps the better claim,
Because it was grassy and wanted wear;
Though as for that, the passing there
Had worn them really about the same,
And both that morning equally lay
In leaves no step had trodden black.
Oh, I kept the first for another day!
Yet knowing how way leads on to way,
I doubted if I should ever come back.
I shall be telling this with a sigh
Somewhere ages and ages hence:
two roads diverged in a wood, and I --
I took the one less traveled by,
And that has made all the difference.
And sorry I could not travel both
And be one traveler, long I stood
And looked down one as far as I could
To where it bent in the undergrowth;
Then took the other, as just as fair
And having perhaps the better claim,
Because it was grassy and wanted wear;
Though as for that, the passing there
Had worn them really about the same,
And both that morning equally lay
In leaves no step had trodden black.
Oh, I kept the first for another day!
Yet knowing how way leads on to way,
I doubted if I should ever come back.
I shall be telling this with a sigh
Somewhere ages and ages hence:
two roads diverged in a wood, and I --
I took the one less traveled by,
And that has made all the difference.
domingo, abril 5
segunda-feira, março 30
Lula e os b(r)ancos de olhos azuis
...e quem tem culpa nessa crise.
http://pedrodoria.com.br/2009/03/30/lula-brancos-de-olhos-azuis-e-quem-tem-culpa-nesta-crise/
http://pedrodoria.com.br/2009/03/30/lula-brancos-de-olhos-azuis-e-quem-tem-culpa-nesta-crise/
sexta-feira, março 27
sábado, janeiro 31
Round Here
Counting Crows
"...
Round here we're carving out our names
Round here we all look the same
Round here we talk just like lions
But we sacrifice like lambs
Round here she's slipping through my hands
...
Round here she's always on my mind
Round here I got lots of time
Round here we're never sent to bed early
and nobody makes us wait
Round here we stay up very, very, very, very late
I can see nothing... nothing round here
Will you catch if I'm falling
Will you catch me if I'm falling
Will you catch me cause I'm falling down on you
I said I'm under the gun around here
I'm innocent I'm under the gun around here
And I can see nothing
Nothing round here
"
Diz Adam Duritz, vocalista do Counting Crows:
"A música começa com um cara saindo pela porta da frente de casa e deixando essa mulher pra trás. Mas o quanto mais ele começa a deixar pessoas para trás em sua vida, mais ele sente que está se deixando para trás também. Ele sente que se está se tornando menos e menos importante para si mesmo. E é tipo isso que a música fala, porque ele sente que enquanto ele desaparece da vida das pessoas, mais e mais ele está desaparecendo da sua própria vida."
Counting Crows
"...
Round here we're carving out our names
Round here we all look the same
Round here we talk just like lions
But we sacrifice like lambs
Round here she's slipping through my hands
...
Round here she's always on my mind
Round here I got lots of time
Round here we're never sent to bed early
and nobody makes us wait
Round here we stay up very, very, very, very late
I can see nothing... nothing round here
Will you catch if I'm falling
Will you catch me if I'm falling
Will you catch me cause I'm falling down on you
I said I'm under the gun around here
I'm innocent I'm under the gun around here
And I can see nothing
Nothing round here
"
Diz Adam Duritz, vocalista do Counting Crows:
"A música começa com um cara saindo pela porta da frente de casa e deixando essa mulher pra trás. Mas o quanto mais ele começa a deixar pessoas para trás em sua vida, mais ele sente que está se deixando para trás também. Ele sente que se está se tornando menos e menos importante para si mesmo. E é tipo isso que a música fala, porque ele sente que enquanto ele desaparece da vida das pessoas, mais e mais ele está desaparecendo da sua própria vida."
terça-feira, dezembro 16
segunda-feira, novembro 17
Experimentos com Animais II
"
(...)
É sinal de profunda ignorância e/ou leviandade colocar experimentação científica séria, voltada para a saúde da humanidade, no mesmo saco que: touradas, Farra do Boi, criação de gansos para fazer patê de foie gras, caça "esportiva" de animais ou para extrair peles para casaco de madames fúteis, (...) (todos procedimentos que sou absolutamente contra).
(...)
Se o leitor, após ler o que escrevi, ainda discorda de minha argumentação, respeito totalmente sua opinião, apenas peço coerência. Se não és vegetariano, torne-se imediatamente. Pare então de usar tudo que foi testado em animais: medicamentos alopáticos estão todos fora de cogitação, inclusive anestésicos. Deves fazer qualquer procedimento cirúrgico sem anestesia. Aliás, pensando bem, a maioria dos procedimentos cirúrgicos atuais ainda foram testados em animais, ou derivam de outros que assim o foram. Ou seja, a grande maioria deles estaria fora de sua lista de itens 'zôo-corretos', inclusive nada de ir ao dentista. "
Obrigado à Raquel que me mandou por e-mail esse artigo de O Globo.
(...)
É sinal de profunda ignorância e/ou leviandade colocar experimentação científica séria, voltada para a saúde da humanidade, no mesmo saco que: touradas, Farra do Boi, criação de gansos para fazer patê de foie gras, caça "esportiva" de animais ou para extrair peles para casaco de madames fúteis, (...) (todos procedimentos que sou absolutamente contra).
(...)
Se o leitor, após ler o que escrevi, ainda discorda de minha argumentação, respeito totalmente sua opinião, apenas peço coerência. Se não és vegetariano, torne-se imediatamente. Pare então de usar tudo que foi testado em animais: medicamentos alopáticos estão todos fora de cogitação, inclusive anestésicos. Deves fazer qualquer procedimento cirúrgico sem anestesia. Aliás, pensando bem, a maioria dos procedimentos cirúrgicos atuais ainda foram testados em animais, ou derivam de outros que assim o foram. Ou seja, a grande maioria deles estaria fora de sua lista de itens 'zôo-corretos', inclusive nada de ir ao dentista. "
Obrigado à Raquel que me mandou por e-mail esse artigo de O Globo.
sábado, novembro 15
Qualquer dinheiro vale?
A Embraer vendeu um caça Super Tucano para a Blackwater, aquela empresa de defesa/segurança que está sendo investigada por mortes de civis no Iraque. Diz pra mim: qualquer dinheiro vale? Ou sou só eu que acho que é imoral fazer essa venda?
segunda-feira, novembro 3
Georgia Why
John Mayer
"
...
Everybody is just a stranger but
that's the danger in going my own way
I guess it's the price I have to pay
still 'Everything happens for a reason'
is no reason not to ask myself
If I'm living it right
Am I living it right?
Am I living it right?
Why, tell me why
Why, why Georgia why?"
John Mayer
"
...
Everybody is just a stranger but
that's the danger in going my own way
I guess it's the price I have to pay
still 'Everything happens for a reason'
is no reason not to ask myself
If I'm living it right
Am I living it right?
Am I living it right?
Why, tell me why
Why, why Georgia why?"
segunda-feira, setembro 29
MEDO
Melissa Lopes
Tenho medo de tudo
e me chamas corajosa!
Tenho medo de ter medo
e ainda o tenho;
tenho medo de chorar,
e mais eu choro e me apavoro
diante do perigo,
e me chamas corajosa!
Tenho medo de te amar,
e confessar o que sinto,
então eu minto;
tento me esconder
no canto escuro que é minha vida...
E me chamas querida!
Quero te falar dos meus desejos,
e de teus beijos
que só me fazem bem...
e tudo fica além...
pois tenho medo.
E o segredo que me guarda
é o mesmo que trái,
e me consagra rainha de ninguém...
Tenho medo do futuro
e do escuro que vejo em teus olhos.
Este escuro brilhante,
que me cega a verdade, verdade escondida
num canto escuro que é minha vida!
E me chamas querida...
Imploro-te: não pares...
ainda com medo, guardo o segredo
e sempre te chamo...
e embora eu não fale, e sempre me cale
eu sei que te amo!
JF City, 17/12/1993
Melissa Lopes
Tenho medo de tudo
e me chamas corajosa!
Tenho medo de ter medo
e ainda o tenho;
tenho medo de chorar,
e mais eu choro e me apavoro
diante do perigo,
e me chamas corajosa!
Tenho medo de te amar,
e confessar o que sinto,
então eu minto;
tento me esconder
no canto escuro que é minha vida...
E me chamas querida!
Quero te falar dos meus desejos,
e de teus beijos
que só me fazem bem...
e tudo fica além...
pois tenho medo.
E o segredo que me guarda
é o mesmo que trái,
e me consagra rainha de ninguém...
Tenho medo do futuro
e do escuro que vejo em teus olhos.
Este escuro brilhante,
que me cega a verdade, verdade escondida
num canto escuro que é minha vida!
E me chamas querida...
Imploro-te: não pares...
ainda com medo, guardo o segredo
e sempre te chamo...
e embora eu não fale, e sempre me cale
eu sei que te amo!
JF City, 17/12/1993
sexta-feira, agosto 1
Lamento Sertanejo
Dominguinhos / Gilberto Gil
Por ser de lá
Do sertão, lá do cerrado
Lá do interior do mato
Da caatinga do roçado.
Eu quase não saio
Eu quase não tenho amigos
Eu quase que não consigo
Ficar na cidade sem viver contrariado.
Por ser de lá
Na certa por isso mesmo
Não gosto de cama mole
Não sei comer sem torresmo.
Eu quase não falo
Eu quase não sei de nada
Sou como rês desgarrada
Nessa multidão boiada caminhando a esmo.
Dominguinhos / Gilberto Gil
Por ser de lá
Do sertão, lá do cerrado
Lá do interior do mato
Da caatinga do roçado.
Eu quase não saio
Eu quase não tenho amigos
Eu quase que não consigo
Ficar na cidade sem viver contrariado.
Por ser de lá
Na certa por isso mesmo
Não gosto de cama mole
Não sei comer sem torresmo.
Eu quase não falo
Eu quase não sei de nada
Sou como rês desgarrada
Nessa multidão boiada caminhando a esmo.
quinta-feira, maio 29
segunda-feira, maio 19
Política de Cotas
Cidadãos Anti-Racistas Contra as Leis Raciais
"Raças humanas não existem. A genética comprovou que (...) dos 25 mil genes estimados do genoma humano (...) a cor da pele, uma adaptação evolutiva aos níveis de radiação ultravioleta vigentes em diferentes áreas do mundo, é expressa em menos de dez genes!
(...)
A meta nacional deveria ser proporcionar a todos um ensino básico de qualidade e oportunidades verdadeiras de acesso à universidade. Mas há iniciativas a serem adotadas, imediatamente, em favor de jovens de baixa renda de todas as cores que chegam aos umbrais do ensino superior, como a oferta de cursos preparatórios gratuitos e a eliminação das taxas de inscrição nos exames vestibulares das universidades públicas.
(...)
Por certo existe preconceito racial e racismo no Brasil, mas o Brasil não é uma nação racista. Depois da abolição, no lugar da regra da "gota de sangue única", a nação brasileira elaborou uma identidade amparada na idéia anti-racista de mestiçagem e produziu leis que criminalizam o racismo. Há sete décadas, a República não conhece movimentos racistas organizados ou expressões significativa de ódio racial. O preconceito de raça, acuado, refugiou-se em expressões oblíquas envergonhadas, temendo assomar à superfície. A condição subterrânea do preconceito é um atestado de que há algo de muito positivo na identidade nacional brasileira, não uma prova de nosso fracasso histórico.
(...)
A crença na raça é o artigo de fé do racismo. A fabricação de raças oficiais e a distribuição seletiva de privilégios segundo rótulos de raça inocula na circulação sangüínea da sociedade o veneno do racismo, com seu cortejo de rancores e ódios.
(...)"
Na íntegra: http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u401519.shtml
"Raças humanas não existem. A genética comprovou que (...) dos 25 mil genes estimados do genoma humano (...) a cor da pele, uma adaptação evolutiva aos níveis de radiação ultravioleta vigentes em diferentes áreas do mundo, é expressa em menos de dez genes!
(...)
A meta nacional deveria ser proporcionar a todos um ensino básico de qualidade e oportunidades verdadeiras de acesso à universidade. Mas há iniciativas a serem adotadas, imediatamente, em favor de jovens de baixa renda de todas as cores que chegam aos umbrais do ensino superior, como a oferta de cursos preparatórios gratuitos e a eliminação das taxas de inscrição nos exames vestibulares das universidades públicas.
(...)
Por certo existe preconceito racial e racismo no Brasil, mas o Brasil não é uma nação racista. Depois da abolição, no lugar da regra da "gota de sangue única", a nação brasileira elaborou uma identidade amparada na idéia anti-racista de mestiçagem e produziu leis que criminalizam o racismo. Há sete décadas, a República não conhece movimentos racistas organizados ou expressões significativa de ódio racial. O preconceito de raça, acuado, refugiou-se em expressões oblíquas envergonhadas, temendo assomar à superfície. A condição subterrânea do preconceito é um atestado de que há algo de muito positivo na identidade nacional brasileira, não uma prova de nosso fracasso histórico.
(...)
A crença na raça é o artigo de fé do racismo. A fabricação de raças oficiais e a distribuição seletiva de privilégios segundo rótulos de raça inocula na circulação sangüínea da sociedade o veneno do racismo, com seu cortejo de rancores e ódios.
(...)"
Na íntegra: http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u401519.shtml
domingo, abril 20
O Anjo Mais Velho
O Teatro Mágico
"O dia mente a cor da noite
E o diamante a cor dos olhos
Os olhos mentem dia e noite a dor da gente"
Enquanto houver você do outro lado
Aqui do outro eu consigo me orientar
A cena repete a cena se inverte
Enchendo a minh'alma d'aquilo que outrora eu deixei de acreditar
Tua palavra, tua história
Tua verdade fazendo escola
E tua ausência fazendo silêncio em todo lugar
Metade de mim
Agora é assim
De um lado a poesia, o verbo, a saudade
Do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim
E o fim é belo incerto... depende de como você vê
O novo, o credo, a fé que você deposita em você e só
Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você
Só enquanto eu respirar
O Teatro Mágico
"O dia mente a cor da noite
E o diamante a cor dos olhos
Os olhos mentem dia e noite a dor da gente"
Enquanto houver você do outro lado
Aqui do outro eu consigo me orientar
A cena repete a cena se inverte
Enchendo a minh'alma d'aquilo que outrora eu deixei de acreditar
Tua palavra, tua história
Tua verdade fazendo escola
E tua ausência fazendo silêncio em todo lugar
Metade de mim
Agora é assim
De um lado a poesia, o verbo, a saudade
Do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim
E o fim é belo incerto... depende de como você vê
O novo, o credo, a fé que você deposita em você e só
Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você
Só enquanto eu respirar


